Brigada de emergência
Uma das coisas que me causaram estranhamento no ano passado foi algo ocorrido logo após a dita "megaoperação" em determinadas comunidades do Rio de Janeiro.
Acompanhem meu raciocínio:
Se ocorre um incêndio, quem aparece? Os bombeiros.
Se acontece um acidente, quem aparece? A ambulância.
Se acontece um desastre natural, quem aparece? A defesa civil.
Bom, uma das coisas que me causaram estranhamento no ano passado foi algo ocorrido logo após a dita "megaoperação" em determinadas comunidades do Rio de Janeiro.
Quem apareceu logo depois?
Eu não consigo entender de outra forma. Para mim, diante da quantidade de vítimas, o Moraes veio correndo para fazer uma espécie de "ação de contenção de danos", ou coisa que o valha.
Como o estrago já estava feito, só lhe restou fazer uma ação de abrangência, com base na chamada "ADPF das Favelas", criada em abril de 2025.
Segundo a IA do Google, no presente momento (abril de 2026), "Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro, foi condenado pelo TSE em março de 2026 à inelegibilidade por oito anos (até 2030) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Ele renunciou ao cargo na véspera do julgamento para tentar disputar o Senado, mas a decisão do TSE comprometeu sua viabilidade eleitoral."
Ainda: "O TSE marcou o julgamento que poderia cassar o mandato de Castro em 30 de outubro de 2025, apenas dois dias após o auge da megaoperação. Isso levou a interpretações de que o tribunal teria acelerado o processo como uma resposta política à crise na segurança."

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