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Mostrando postagens de janeiro, 2026

Não foi um World Trade Center

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 No vídeo a seguir, Eduardo Oinegue, da BandNews, foi um passo além e teceu um comentário tão interessante quanto sério: "Não foi um World Trade Center ". O vídeo é longo (23 minutos e 21 segundos), mas o resumo é o seguinte: Sabemos como um banco morre: crise de liquidez, desvio e tal. Mas como nasce um banco? O Daniel Vorcaro foi "estruturando" o banco. Alguns nascem e morrem. Outros são absorvidos por outros. Outros vão crescendo e comprando outros. O Banco Master, apesar de ter nascido da compra de um primeiro banco, ele comprou outros: Voiter, Will, Vipal, Banif, Letsbank. Porém, essas compras precisam ser aprovadas por inúmeros órgãos do Banco Central. É uma coisa de muita responsabilidade, porque (parafraseando) são coisas meio imateriais, ao contrário de outros tipos de empresa, como as de petróleo e mineração. Portanto, para um banco chegar onde o Master chegou, ele precisou, antes de mais nada, da aprovação do Banco Central, para as sucessivas compras de o...

Mais uma fraude bilionária

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Parece-me que a cada três ou quatro meses o país leva uma pancada daquelas, dignas de desencadear uma revolução francesa. A de agora é a questão do Banco Master. Encontrei por aí esse comentário do jornalista Paulo Alceu, do Programa ND Notícias: Ainda não vi uma síntese tão clara e concisa quanto a desse vídeo, sobre esse assunto. Com toda vênia, e sem querer me apropriar de nada ou transgredir qualquer coisa, segue a transcrição do que ele falou: É claro que vocês estão acompanhando o caso do Banco Master. O Brasil assiste hoje o que em qualquer democracia consolidada seria o estopim para uma crise institucional sem precedentes. Em país sério, né. No mínimo dois ministros de toga suprema já estariam sendo afastados de suas funções até prova em contrário. Eu refiro-me ao Alexandre de Moraes e principalmente a Dias Toffoli. Num país sério, a simples suspeita de má conduta seria suficiente para um afastamento. Jamais estariam assinando decisões. Até porque o que começou como uma fraude ...

motivos e pretextos

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Esses fatos são pra lá de estranhos mesmo. A pessoa foi presa sob a acusação de ter viajado. Mas não viajou. E mesmo que tivesse viajado, não teria sido ilegal. Agora foi acusada de ter entrado num determinado site. A dona do site disse que ele não entrou E mesmo que tivesse entrado, não teria sido ilegal (em tese, a medida cautelar não o impedia de acessar; só de postar.). Sério... eu tô perdendo algum detalhe? Quando os fatos são anormais nesse nível, dá para se imaginar que existem os motivos  e existem os pretextos . Obviamente a viagem e o acesso ao portal são pretextos . E os motivos? Um rascunho de qualquer coisa? Um tumulto feito por outras pessoas? Essa do tumulto eu não engulo de jeito nenhum. Façam-me o favor.

O mundo está bem intranquilo: Sites de notícia não servem para mais nada.

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O mundo está bem intranquilo atualmente. Pelo menos o mundo do Brasil. Tem muita coisa errada por aí e esse blog deverá ser entendido como um mero bloquinho de anotações pessoal. É que tanta coisa acontece por aqui que, se a gente não anotar, esquece. Quem não gostar, procure outro blog. Não vou perder tempo com gente inútil. Bom, o primeiro assunto é o seguinte: Nikolas Ferreira fez uma caminhada épica na semana passada, saindo de Paracatu (MG) em 19 de janeiro de 2026, percorrendo 240 km em direção a Brasília, e chegando ontem, dia 25, na Praça do Cruzeiro, na capital federal. As estimativas de pessoas variam enormemente: Segundo a USP, entre 15,8 mil e 20,1 mil. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, entre 50 mil e 100 mil pessoas.  Em benefício da neutralidade, uma divergência dessas nos impede de confiar em qualquer uma delas; mas, sabendo como é a USP, isso é mais um atestado do estado de dissonância cognitiva em que eles se encontram... e aqui já fica...